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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Novo chip da IBM promete internet de 400 Gbps

Conforme os relatórios da Akamai, o país que tem as conexões mais rápidas do mundo é a Coreia do Sul, que fica no topo do ranking com uma velocidade média de 22,1 Mbps.

Isso já parece rápido, comparado ao que muitos brasileiros utilizam. O projeto Google Fiber vai além e pode oferecer velocidade de até 1 Gbps, algo inimaginável para os meros mortais.

Se isso já parece muito veloz, o mais recente avanço da IBM pode surpreender o mundo. De acordo com a notícia da ZDNet, a companhia apresentou recentemente, na Suíça, um protótipo de um ADC (conversor de sinal analógico para digital) que pode alcançar a incrível velocidade de 400 Gbps.

Apesar de ser absurdamente insana, essa conexão não é exatamente desnecessária. Ela poderia servir perfeitamente para a galera do torrent fazer a festa, mas a verdade é que a IBM desenvolveu ela pensando em propósitos que realmente tenham tal demanda.

A principal ideia é que esse chip (vários deles) possam servir para garantir a transmissão de dados do Square Kilometre Array, um sistema telescópio que vai usar mais de 1 exabyte (mais de 100 bilhões de gigabytes) de banda diariamente. Os componentes ADC da IBM serão produzidos com tecnologia de 32 nm em uma fábrica em East Fishkill, Nova York.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

IBM pode vender sua divisão de fabricação de chips

Companhia não estaria completamente decidida a vender esse segmento e não elimina a possibilidade de estabelecer uma joint venture


IBM pode vender sua divisão de fabricação de chipsDe acordo com uma publicação do jornal estadunidense The Wall Street Journal, a IBM está considerando vender a sua seção de fabricação de chips eletrônicos. Segundo a fonte desse respeitado veículo de comunicação, a companhia não pretende parar de projetar os seus próprios componentes, mas “está procurando por um comprador para suas operações de fabricação”.

Por sua vez, o Financial Times reportou que a IBM nomeou a Goldman Sachs, famoso grupo financeiro, para sondar possíveis interessados nessa negociação. Porém, a empresa não estaria certa sobre a venda e não teria descartado a possibilidade de firmar uma parceria nos moldes de uma joint venture. Entre os possíveis compradores, estariam a GlobalFoundries (uma spin-off da AMD) e a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC).

Conforme ressalta o WSJ, manter uma planta de produção de componentes eletrônicos não é nada barato, principalmente para empresas do porte da IBM e com modelos de negócio tão variados e voláteis. Além disso, uma estimativa feita pela Sanford C. Bernstein indica que a divisão de fabricação de microchips da companhia apresentou um furo de US$ 130 milhões na renda bruta do último ano fiscal.

Assim, ao que tudo indica, a multinacional pretende aumentar sua lucratividade se “livrando” da parte mais custosa. Isso corrobora com a recente compra pela Lenovo da divisão de servidores da IBM por R$ 5,4 bilhões. Por enquanto, a IBM não se pronunciou sobre o assunto.


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